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Extraído do JORNAL MUNDO LUSIADA - http://www.mundolusiada.com.br/CULTURA/cult083_out06.htm

 

Colecionador de história

Gláucia Mazzei
Agência BOM DIA

Comece pelas coleções temáticas

As coleções temáticas são as mais fáceis para quem deseja iniciar-se pelo hobby na filatelia. É mais barata, não existe limitações e não desanima.

“A graça das coleções temáticas é que ninguém vai ter uma igual a sua”, diz o presidente da Federação doas Entidades Filatélicas do Estado de São Paulo, Geraldo de Andrade Ribeiro Júnior, 55 anos e colecionador há 48.

Ele cita exemplos. No caso de uma coleção de futebol, é possível adquirir selos sobre este tema no mundo inteiro. O que não ocorre com uma coleção de selos do império brasileiro.

“Se alguém pegar esta categoria tem que estar ciente que está entrando em um local ‘vip’ e vai gastar dinheiro”, avisa. “Um selo do império pode custar uma coleção inteira de futebol.”

Ele lembra que os primeiros selos, em ordem cronológica, ainda são até fáceis de serem encontrados, o que não ocorre com os mais raros. “Aí a pessoa acaba desistindo de colecionar.”

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Geraldo é adepto do lema “cada um faz a coleção do seu bolso”. Ou seja, é possível fazer uma coleção por até R$ 20 e ninguém é obrigado a seguir regras, exceto àqueles que participam de competições e aí é preciso seguir o regulamento de cada categoria.

“O filatelista não é classificado pela quantidade de selos e sim pela qualidade.”

Segundo ele, hoje há pelo menos 30 mil filatelistas no Brasil, dos quais 8 mil no Estado de São Paulo. Mas o número é polêmico. “Tem gente que colecionada, pára, volta a colecionar, não dá para ter um número preciso.”



 

 

 

 

 

 

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